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Na última quarta-feira, 13, a Classe A Contábil participou da primeira live da série “Operação na Prática”, transmitida simultaneamente no YouTube e Instagram da TouchPay, que é uma marca AMLabs, empresa especializada no segmento de autoatendimento.
Quem foi nos representar e levar insights preciosos para a audiência que empreende no segmento de minimercados, vending machines e OCS’s (Office Coffee Services), foi a especialista Classe A, Letícia Bonamin, compartilhando estratégias importantes para a gestão tributária e operacional de quem quer economizar impostos no varejo. O host foi Estevam Donnabella, diretor comercial da AMLabs.
Letícia Bonamin é formada em Recursos Humanos (ESAMC), e possui MBA em Gestão Fiscal e Tributária (UniALPHAVILLE). Com quase 10 anos de experiência em rotinas administrativas e gestão de negócios, desde 2020 atua no mercado regulatório apoiando minimercados, vending machines e OCS’s. Atualmente, é uma das principais lideranças na Classe A, onde oferece suporte estratégico e personalizado para pequenas, médias e grandes empresas de variados segmentos econômicos.
Se você chegou até aqui e tem um minimercado, ou está planejando investir nesse negócio, continue lendo:
Esse segmento de negócios é caracterizado por operações que combinam conveniência e agilidade, atendendo consumidores em busca de soluções práticas para o dia a dia. Também conhecido como “honest market”, nesses pontos de venda os clientes podem escolher os produtos e fazer o pagamento de forma independente, geralmente por meio de aplicativos ou totens de autoatendimento como os da TouchPay.
O evento foi uma verdadeira consulta grátis com a contadora, recheado de dicas sobre o impacto dos regimes tributários, a importância da conformidade fiscal e práticas para otimizar a operação financeira. Veja alguns destaques neste artigo!
Regimes Tributários para Minimercados: Um Guia Prático
Letícia abordou na live um tema que gera dúvidas frequentes: a escolha do regime tributário ideal. Segundo ela, o Simples Nacional é a opção mais recomendada para quem está começando, devido à alíquota inicial reduzida e à simplificação na apuração de impostos. Contudo, ela destacou que a receita bruta acumulada dos últimos 12 meses (RBT12) deve ser monitorada constantemente, pois a alíquota pode aumentar conforme o faturamento cresce.
Para empreendedores que ultrapassam o limite do Simples Nacional, Letícia recomenda análises detalhadas para avaliar a migração para regimes como o lucro presumido ou lucro real, considerando benefícios como créditos tributários.
Erros Comuns: Faturamento Excessivo no MEI
Logo no início da conversa, um dos principais temas para quem empreende em minimercados foi abordado: a questão do MEI. Estevam comentou que o MEI é uma porta de entrada para a maioria das pessoas que empreendem nesse segmento, mas questionou a vantagem, pois o limite de faturamento é baixo, se considerar o faturamento médio comum de um negócio como esse.
A especialista Classe A alertou sobre os riscos do desenquadramento do MEI, enfatizando que ultrapassar o limite anual de faturamento pode gerar penalidades retroativas, com cobrança de impostos adicionais, multas e juros.
“Regularizar o CNPJ antes de atingir o limite evita surpresas desagradáveis com a Receita Federal”, explicou Letícia.
Ela também destacou a importância de planejamento e acompanhamento contínuo do faturamento, orientando quem empreende em minimercados a não deixar para ajustar seu enquadramento tributário apenas quando o limite já tiver sido ultrapassado. Ou seja, agir proativamente evita problemas com o fisco e possibilita uma transição mais tranquila para regimes que atendam melhor ao crescimento do negócio, garantindo legalidade e vantagens fiscais desde o início.
Cenário Fiscal é a Base para a Redução Tributária
Outro ponto de destaque foi o cenário fiscal, descrito como a “espinha dorsal” da operação tributária. Letícia explicou que, ao classificar corretamente cada produto por códigos fiscais (NCM e CFOP), é possível reduzir impostos, especialmente em categorias como refrigerantes e produtos industrializados, que se beneficiam de tributação monofásica ou substituição tributária. “Uma classificação detalhada pode reduzir a alíquota efetiva para menos de 4% em alguns casos”, afirmou.
Letícia também desmistificou práticas incorretas, como a emissão de “notas fiscais únicas” ao final do mês, o que é proibido pela Receita Federal. Em vez disso, destacou a importância de emitir notas por transação e utilizar softwares integrados, como o módulo fiscal da TouchPay, que automatiza o processo e garante conformidade.
Highlights do Evento
- Planejamento tributário personalizado: Analisar produto a produto é essencial para reduzir impostos e melhorar a margem de lucro.
- Migração estratégica do MEI para outros regimes: Regularizar o CNPJ antes de atingir o limite é fundamental para evitar retroatividade.
- Automatização com tecnologia: Sistemas simplificam a gestão fiscal e operacional, reduzindo erros e custos manuais.
- Incentivos exclusivos: A Classe A ofereceu uma análise financeira gratuita para os primeiros clientes e sorteou certificados digitais para participantes da live.
A live ainda trouxe novidades para quem busca otimizar suas operações. Além da promoção divulgada pela Classe A, a TouchPay também anunciou isenção de mensalidades até fevereiro de 2025 para quem contratar o módulo fiscal da AMLabs.
Na live “Economize nos impostos: Segredos fiscais para o seu Minimercado” ficou claro que, com planejamento estratégico e ferramentas certas, é possível reduzir custos tributários e aumentar a lucratividade, mantendo-se dentro das conformidades fiscais.
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